Auxílio possibilita novos investimentos

Secretaria da Agricultura repassa valores para ampliar e modernizar as estruturas de produção de leite, aves e suínos

O casal de produtores Anélio, 53 e Teolécia Noll, 48, de São Vitor investiu R$ 53 mil na construção de um novo pavilhão para abrigar as vacas. Como auxílio para melhorar a estrutura e o bem-estar dos animais, receberam R$ 3,6 mil.

Para Noll o incentivo é importante. “Este dinheiro possibilita modernizar a nossa estrutura e aumentar a produtividade. Ainda vou conseguir fazer um telhado na frente e impedir que a chuva molhe o rebanho”, adianta.

Segundo ele, o Executivo acerta ao aumentar e qualificar os programas para o setor primário, responsável pela maior parte do retorno. “Somos muito bem atendidos. São formas de estimular a sucessão e garantir mais retorno ao produtor e também para os cofres públicos”, entende.

Na propriedade são produzidos em torno de 450 litros de leite por dia. A meta é aumentar a produtividade e reduzir os custos. Para isso integram um grupo de famílias que participaram do programa de gestão da Emater. “Este prédio reduz a incidência de doenças e reflete em mais conforto. Antes tínhamos muito problema de mamite e isso traz uma queda significativa na produção e nos lucros”, conta.

Foco no produtor

Conforme o secretário Adair Pedro Groders o valor do auxílio por metro quadrado passou de R$ 10 para R$ 12. No caso dos produtores de leite e gado de corte, o limite é de R$ 6 mil para estruturas novas e R$ 2,4 mil para ampliações.

O limite para aviários e chiqueiros novos é de R$ 9,6 mil e R$ 3,6 mil para estruturas ampliadas. “É uma forma de estimular a reforma e construção de novas estruturas, atender as exigências das integradoras e garantir no futuro a sucessão familiar”, afirma.

Para o prefeito Paulo José Grunewald, uma das metas do atual governo é fortalecer o setor primário. São mais de 40 programas de incentivo à disposição dos agricultores. “Estes incentivos garantem mais produtividade, lucro e qualidade de vida. Além disso, ajudamos o produtor a atender as exigências impostas pelo mercado”, observa.

Em 2018, o setor primário movimentou R$ 35,9 milhões na cidade.

Mais produção

No município o número de produtores de leite reduziu de 214 para 175 , nos últimos dois. Deste montante, 65 produzem até 50 litros por dia e 47 alcançam os 100 litros diários. A produção registra aumento e chegou a 7,6 milhões de litros em 2018.

Para o chefe do escritório da Emater, Arthur Eggers isso é reflexo do trabalho focado na gestão e no aumento da produtividade por vaca. “Acompanhamos mais de 10 famílias onde tratamos de assuntos como gestão, qualidade de vida, infraestrutura, questões ambientais, análise de solo entre outros”, explica.

Entende ser fundamental os programas desenvolvidos para ajudar as famílias a se enquadrar nas exigências.

Números do setor

Suínos

24 produtores – em torno de 35 mil animais alojados por ano

Leite

175 produtores e mais de 7,6 milhões de litros por ano

Aves
8 produtores e em torno de 1,4 milhão de animais alojados

Fonte – Secretaria da Agricultura e Meio Ambiente

Foto e texto Assessoria de Comunicação da Prefeitura de Forquetinha